segunda-feira, 27 de abril de 2015

Selinho de Pedro Bial e Galvão Bueno!!

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O jornalista e apresentador Pedro Bial e o narrador Galvão Bueno deram um selinho nos bastidores do especial de 50 anos da TV Globo. A cena não foi apresentada na emissora, mas, no sábado à noite, foi levada ao ar pela Globo News, dentro do programa Globo News Documento.
"Somos profissionais, mas antes de tudo somos amigos". Era o que discursava a repórter e apresentadora Glória Maria quando a imagem é cortada para onde estão Bial e Galvão, que se beijaram sob os olhares de vários repórteres da emissora. Em seguida, os dois se abraçaram e todos riram.
Além do especial apresentado no sábado, a Globo lembrou os seus 50 anos durante toda a semana, na programação do Jornal Nacional. Sob o comando de William Bonner, foram ouvidos profissionais como Ernesto Paglia, Tino Marcos, Fátima Bernardes e Sandra Passarinho. Eles relembraram reportagens históricas e marcos do cinquentenário da emissora.

fonte: ZH.CLICRBS

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Chay Suede, Nervoso..

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 Queridinho das adolescentes e sucesso absoluto em Babilônia, Chay Suede também vai participar do programa especial de 50 anos da TV Globo. O ator revelou uma das surpresas do show: ele vai cantar ao lado de Luiza Possi.
"Estou bastante nervoso, dá um frio na barriga. A Globo faz parte da minha vida, tenho uma história de amor com a emissora", disse ele, que afirmou ter Tony ramos como um de seus ídolos da TV.


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Fonte: Gshow.com

Cissa Guimarães - Resumo e Entrevista!

 Cissa Guimarães


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‘Quero uma pessoa que admire
 e que beije bem também’

Por Leo Dias

Ela realmente é a garota que quebra o coco, mas não arrebenta a sapucaia. Cissa Guimarães é uma mulher admirável e muito forte.
 Como não amar? Durante a entrevista, ela dá gargalhadas, me chama de amor, briga que nem mãe — ‘ai ai ai’ — e conta que não sente falta de ter um namorado, mas admite que beijar na boca é uma coisa muito boa. 
Sem tristezas, ela só evita falar sobre a maior perda de sua vida, a morte de seu filho Rafael Mascarenhas, atropelado em 2010
. “Esse é um assunto muito delicado, que prefiro não tocar”, diz. Dando a volta por cima, a espontânea Cissa retorna ao ‘Vídeo Show’, programa que alavancou sua carreira, com o quadro ‘Gentem Como a Gente’, e se emociona quando fala do carinho das pessoas. “Não me canso de repetir a palavra gratidão”.
O ‘Vídeo Show’ está voltando à velha e boa forma e obviamente tinha que ter você. Como foi isso? 
Essa volta foi um convite do (diretor) Boninho. 
A gente tem feito alguns trabalhos há muitos anos e ele é uma pessoa com quem eu adoro trabalhar.
 O convite dele é uma coisa inegável, quanto mais quando é um filho meu, o ‘Vídeo Show’. Ele disse: ‘Quero você fazendo o que você quiser’. 
E nós juntos chegamos à conclusão de que ia ser legal montar esse quadro. Gosto muito de desglamourizar nós, artistas. 
A gente já vive em um glamour tão grande, tão distante do humano, e nesse quadro eu tento isso. Já tinha feito o ‘Gentem’ há anos. 
Acabei de contar em primeira mão. O último telefonema aqui no meu celular foi Vera Holtz, dizendo que adorou. 
Gravei com família, amigos, fiquei com lágrimas nos olhos. Muito legal, estou muito feliz, graças a Deus.

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O público gosta de ver sucessos do passado. ‘Falha Nossa’, seu quadro… Não adianta inovar muita coisa porque a receita é quase sempre a mesma?
Eu acho assim, vou te falar uma frase meio filosófica: ‘A atmosfera da criação é muito rarefeita’, entendeu? São só 12 notas musicais e quantas composições têm no mundo? São 12 planetas, 12 meses, enfim, é criar em cima do que já existe. As grandes obras primas da vida são atemporais. Você pode ler um livro de Machado de Assis ou Nelson Rodrigues que sempre vai ser atual. O que é bom eu acho que é atemporal. Claro que vale a criatividade, a criação está sempre aí. Novas ideias, pelo amor de Deus, o mundo é dinâmico. Mas acho que a qualidade está ali no DNA da coisa. São coisas que não têm tempo. Tem quadros no ‘Vídeo Show’ que podem se eternizar, tipo o ‘Falha Nossa’. Posso ver todo dia, toda hora. O que é bom vai ser sempre novo, é atemporal.